quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Imagens&Sentimentos


 Tudo o quê se avista daqui, desde antiquíssimos relatos, fazem moldura ao desenho das águas da baía alongando o belo relevo  e, nele também incluindo-se, propositadamente, como fechos incrustados  numa mesma pulseira.  
Tudo que daqui se avista, revela genialidades naturais; ressalta quietude incompleta a deixar vazios n'alma.










Num fim de tarde assim, flutua entre nuvens a mansuetude das horas finais do dia.

Por mansidão, escolho os mantos das nuvens.
Por suavidade, escolho a brisa que sopra no ar.
Por amenidade, escolho o lazer das pessoas.
Por plausabilidade, escolho o relevo impactante.
E, para mim, escolho serenidade, sempre!






quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Fotos&Fatos


Aquele dia estava como hoje, chuva miúda, céu encoberto. Nós pensamos que não renderia um passeio legal com as crianças mas, o sol foi amigável e bem ao meio da manhã mostrou-se tímido, porém presente, permitindo um dia cheio de descobertas e lazeres.

Dia no Jardim Botânico-Rio



Os meninos corriam de um lado pra outro querendo saber que árvore era aquela que lhes chamou atenção, qual era tal flor, como nascia o córrego... cansaram as pernas e a língua e, os adultos também. 






Ainda teve aula de conhecimentos gerais, ao vivo, no relógio do sol ( assunto estudado pelo Miguel na semana anterior ao passeio). 


Dia cheio de risos
pousados nas beiras das folhas,
nas veias dos troncos,
nas ramadas pendentes
ao alcance das asas ligeiras
dos beija-flores.

Dia muito feliz.
Que venham outros iguais!




sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Trago o branco pra iluminar


Por esses dias, por esses tempos, por meus olhares, por tudo enfim, escolhi o branco pra encerrar a semana. Curinga em qualquer guarda-roupa, complemento elegante na decoração da casa e do vestuário pessoal. Gosto muito. O branco tem destaque em minha paleta preferencial.Acho-o chique! Minha mãe tinha um broche de camélia branca que adornava a lapela de um chemisier listrado em noir&blanche que fechava o comércio.

 A cor branca suaviza  as demais; aquarela tonalizando e abrindo nuances delicadas. O branco compõe visuais de todas as categorias: dos refinados aos despojados.

Mas, por que o branco justo agora que as cores ganham potencial significado? Porque o branco adoça e acalma os ânimos exaltados e, meus ânimos estiveram em alta frequência nessa semana. Menos, bem menos, pelo cenário eleitoral que nos engloba e mais, bem mais, por questões particulares. 

Para aliviar as preocupações fui ser platéia muda frente da TV. Nem procurei muito dentre as opções e achei um filme que adoro. Já há mais de um par de vezes  volto a revê-lo com prazer. Trata-se do: "Alguém tem de ceder", com Diane Keaton e Jack Nicholson, em deliciosa comédia romântica, leve e despretensiosa e, ainda tem a trama adornada com cenários maravilhosamente decorados.

O que é aquela casa??? Me digam! E o quarto da personagem escritora? Um sonho! O meu, ao menos. Vasculho as cenas em foco do canto ajanelado onde ela escreve suas peças. Lindoooo!

(imagem Google/G1) 


Não cedo à imposição do branco apenas no réveillon. O branco é pra todo dia, sempre que quero me iluminar. 



(imagens: pinterest/mari calegari-yoba) 





domingo, 14 de outubro de 2018

Mural: segundos na eternidade



Abri o baú e de dentro dele recolhi pequenos álbuns de instantes marcados nas alegrias do magistério de tantos anos e muitas vidas.

Dentre as muitas atividades em sala de aula e fora dela , está a de compor murais com os alunos(as). Todas as manifestações criativas expressas em variadas formas pelas crianças e jovens merecia ir para o mural e, lá em exposição, transmitir o entusiasmo concreto dos aprendizados. 

Faço agora, aqui, meu pequenino mural e divido-o com vocês em fotos desses tempos cheios de ensino e aprendizagens felizes.











Saber que vivo nas boas memórias dos meus alunos e alunas me faz eternamente feliz! 





domingo, 30 de setembro de 2018

Boas apostas


Duas dicas de boa diversão doméstica, as séries da Netflix.


Mr. Selfridge

Baseada numa história real, a série retrata a vida atribulada do empresário americano visionário, Harry Selfridge, que migrou para a Inglaterra onde construiu um império com a criação da sua pioneira  e suntuosa loja de departamentos. Inovação para os costumes aristocráticos na Londres tradicionalista, que desdenhava os produtos  pret-à- porter.
A moda e seus acessórios de requinte caíram aos poucos no gosto das exigentes damas da aristocracia inglesa remodelando as vestimentas e os preconceitos da rígida sociedade da época.




Cable Girls, mais uma série espanhola que vale a pena assistir. 
Acontece na Madri pós 1ª guerra onde a implantação da primeira empresa Telefônica da Europa causa rebuliço nos padrões da sociedade tradicionalista que preconizava a manutenção do papel da mulher apenas como esposa e mãe.
 A contratação das mulheres para jornada de trabalho fora de casa mexe com conceitos machistas arraigados.


Duas dicas de livros


Um apetitoso romance epistolar acontecido no cenário das longínquas ilhas Guernsey, no Canal da Mancha, após a 2ª grande guerra. O enredo celebra a resiliência através da literatura, resgatando emoções e valorizando as boas vivências. Uma obra impecável da autoria de Mary Ann Shaffer, que estreou na literatura com mais de 70 anos.

* Isso me motiva, afinal, ainda tenho tempo pra novos vôos!



Drama com pinceladas históricas contundentes.Duas irmãs de personalidades diferentes precisam aprender a conviver com a mãe misteriosamente ensimesmada. No desenrolar da trama os aprendizados e descobertas simultâneos nos prendem à leitura. Belo e bem escrito romance dramático.



Ao quarteto sugerido, atrelo meus votos de que curtam bastante as dicas que lhes recomendo.



Que outubro chegue em tons pastéis trazendo suavidade e paz!