Confesso que esta novíssima modalidade, digamos esportiva, o stand up paddle, muito me atrai.Quando vejo algum praticante me quedo um tempo apreciando o deslizar macio do remador(a) sobre o suave balanço do mar. Dá até para cantarolar bossa nova ao ritmo dos movimentos do praticante: "a pranchinha vai, a tardinha cai..."
Imagino que deva ser uma sensação altamente desestressante estar-se entre céu e mar singrando mansamente. Em algumas ocasiões tive o deleite de poder desfrutar a vista do mar para a praia dentro de embarcações e a perspectiva é diferente do conhecido e, acho que se isso acontecer sem o barulho do motor, a integração com os sons naturais deve ser intensa.
A prática do remo em pé tem origem nos anos 60, nas ilhas havaianas, onde os chamados Beach Boys, o equivalente aos animadores de atividades no turismo, ficavam de pé remando em suas longas pranchas para tirarem fotos dos turistas aprendendo a surfar*.Acho que fizeram tanto sucesso com esta prática que muita gente preferiu aprender aquela proeza do que o exaustivo surf e, cá chegamos nesse milênio com a moda do remo em pé atraindo cada vez mais novos adeptos.
Em meio ao depoimento dado para a TV, um instrutor da modalidade afirmou que para adquirir-se domínio sobre o esporte era necessário desenvolver bem duas habilidades: equilíbrio e paciência; como em tudo na vida.Juntando ao pacote entusiasmo e vontade estará garantido o êxito na prática do remo em pé, assim eu pensava.O que me fez duvidar desta equação redondinha, foi um episódio visto dias atrás na praia onde uma moça praticava lindamente esse esporte a uma distância correta da linha de rebentação quando vieram em alta velocidade em sua direção três jet skis pilotados por indivíduos da espécie" homus stupidus" gritando para que ela saísse da frente e tomasse cuidado.A moça imediatamente sentou-se na prancha e agarrando-se nela conseguiu se manter à flor d'água durante o brusco movimento das marolas provocadas pelos três irresponsáveis que ganharam vaias e outros atributos por parte dos banhistas que tudo presenciaram.
Tenho de avisar ao dito instrutor que outras habilidades precisam ser adicionadas ao esporte em águas brasileiras, tipo: cautela com os sem-noção, atenção com o entorno e perseverança, muita perseverança.
¨¨**¨¨**¨¨
*Fonte: wikipédia
Imagem:cabidecolorido.com
A prática do remo em pé tem origem nos anos 60, nas ilhas havaianas, onde os chamados Beach Boys, o equivalente aos animadores de atividades no turismo, ficavam de pé remando em suas longas pranchas para tirarem fotos dos turistas aprendendo a surfar*.Acho que fizeram tanto sucesso com esta prática que muita gente preferiu aprender aquela proeza do que o exaustivo surf e, cá chegamos nesse milênio com a moda do remo em pé atraindo cada vez mais novos adeptos.
Em meio ao depoimento dado para a TV, um instrutor da modalidade afirmou que para adquirir-se domínio sobre o esporte era necessário desenvolver bem duas habilidades: equilíbrio e paciência; como em tudo na vida.Juntando ao pacote entusiasmo e vontade estará garantido o êxito na prática do remo em pé, assim eu pensava.O que me fez duvidar desta equação redondinha, foi um episódio visto dias atrás na praia onde uma moça praticava lindamente esse esporte a uma distância correta da linha de rebentação quando vieram em alta velocidade em sua direção três jet skis pilotados por indivíduos da espécie" homus stupidus" gritando para que ela saísse da frente e tomasse cuidado.A moça imediatamente sentou-se na prancha e agarrando-se nela conseguiu se manter à flor d'água durante o brusco movimento das marolas provocadas pelos três irresponsáveis que ganharam vaias e outros atributos por parte dos banhistas que tudo presenciaram.
Tenho de avisar ao dito instrutor que outras habilidades precisam ser adicionadas ao esporte em águas brasileiras, tipo: cautela com os sem-noção, atenção com o entorno e perseverança, muita perseverança.
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*Fonte: wikipédia
Imagem:cabidecolorido.com
