Havia alguém na sessão do dia
que trazendo um sorriso no rosto
fazia da terapia um modo de gosto.
Ao treinar de volta os passos
seguindo comandos dados,
cumpria o treino cantando
o ritmo numerado.
E o fazia em tal alegria
cantando antiga ciranda
que à sua volta cresceram
vozes em coro de banda.
Aconteceram essas trovinhas para lhes contar sobre uma coleguinha da fisioterapia com problema de marcha. Ela, de cima dos seus oitenta e tantos, anima todos que lá estão. Segue os comandos cantando cantigas de roda e com isso vai ganhando um coro robusto dos demais pacientes nos mais variados procedimentos.
Ela segue à risca o conselho: Façamos de um limão, uma limonada!
Todo o lugar fica aceso em alegrias!

