Ressoando pelos ares
vistas alongaram olhares
e, para não perderem detalhes,
declararam em breve prosa
as distintas colorações,
desenhos da vida,
sutis manifestações.
desenhos da vida,
sutis manifestações.
Embalada pela cantoria da passarinhada que sempre a visita, a Chica ganha ao anoitecer, céus intensos, fulgurantes ao fechar dos dias movimentados da nossa querida joaninha.
No delicado poema, veio a Gracinha destacar as neblinas que amanhecem todo o vale preparando os céus para o espetáculo do colorido poente que ilumina o verde das encostas.
Em brisa inspiradora, fez-se sintonia promissora com a amiga Rosélia, na postagem geminada contando seus olhares alongados para as belezas naturais; o mar e seus deslumbres.
Os olhares da querida Verena se fizeram bem floridos e arborizados pelos espécimes encontrados ao alcance de seu olhar. Flores e plantas no quiosque, árvores ao longo do passeio, burburinho habitual e a vida a se expressar.
Chegou de além-mar, vistas apreciadas pela amiga Ailime a nos contar sobre os prédios baixos rodeados de canteiros floridos, hora despidos desse adorno, pois, o inverno presente lhes pontua pingos nevados enquanto o sol temeroso tenta aparecer, com esforço.
Pintando o calor do nordeste, um sol soteropolitano, acorda o amigo Toninho e, lhe expande o gosto da liberdade que a brisa marinha espalhou em forma e arte pela cidade recém-amanhecida sob os efeitos desta bela pintura traçada nos amplos céus que a cobrem; enquanto um alegre bando de rolinhas observa tudo do poleiro improvisado na fiação da rua, para logo em seguida, dali voarem a visitar os jardins.
Veio lá da região serrana, o olhar vibrante da amiga Lucia Haddad a descortinar os muitos verdes confortantes da Mata Atlântica que abraça e energiza campos e espaços brindados em natureza exuberante; corais de passarinhos enchem as horas de melodia.
Tons variados e alegres se apresentam para Mari B. trazendo um belo caleidoscópio ante seus olhares passeadores: o verde das alfaces novas, o rosa das roseiras elegantes a se perfumarem mais ainda no aroma de canela que lhes avizinha sob os céus esfumados na brancura das nuvens em meio ao azul.
N'um pedacinho de verde a resistir bravamente aos avanços da urbanidade, reside a Ana Freire, refugiada em meio às arvores,flores e espaços recortados de natureza vívida que adornam seus dias com paz e sossego.
Com sua intensa sensibilidade, Cristiane Marinho, soube , mais uma vez, transformar o que era árido em terna beleza enfeitando seu muro cinza num jardim suspenso.
N'um pedacinho de verde a resistir bravamente aos avanços da urbanidade, reside a Ana Freire, refugiada em meio às arvores,flores e espaços recortados de natureza vívida que adornam seus dias com paz e sossego.
Com sua intensa sensibilidade, Cristiane Marinho, soube , mais uma vez, transformar o que era árido em terna beleza enfeitando seu muro cinza num jardim suspenso.
Para desfrutar na íntegra dos olhares aqui ressoados ,basta visitar os comentários da postagem anterior: Avistando - interação direta.
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Ana Freire __ artandkits.blogspot.com
Cristiane Marinho __ http://mulheresemcirculo-luz.blogspot.com.br/
Agradeço pelas lindas participações!



