Lampião antigo
Coro de passarinhos
abrindo a nova manhã
acorda todos vizinhos
para começarem o afã.
Na ruazinha antiga
ainda sob a luz tênue
do fiel lampião suspenso
cantam pedras do calçamento.
Tudo se queda pacato
naquele recanto cuidado
da ruazinha antiga com
murmúrios e resguardos.
Quantas histórias ali vão
empilhadas pelas vidas
de todos seus moradores
em suas casas erguidas.
Distinto relicário contido
nas dobras de um tempo
lento, preservado e antigo
a soltar memórias no vento.
A cada entardecer chegado
vai-se aquietando o dia.
Dorme a ruazinha antiga
onde o lampião vigia.
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UAU! Que linda poesia,Calu! O coro dos passarinhos deu mais charme ainda à ruazinha com o lampião antigo, cenário bucólico e lindo!
ResponderExcluirADOREI! Obrigadão, ótimo dia, beijos, chica
Levei teu link pra lá! bjs
ResponderExcluirAmiga Carminha, boa tarde de domingo!
ResponderExcluirOs lampiões têm histórias para contar.
Seu poema ficou belo e saudosista.
Tenha dias novos abençoados!
Beijinhos fraternos
This is a beautiful poem 💜 💖 Warm greetings from Montreal, Canada ❤️ 😊 🇨🇦
ResponderExcluirOi, Calu, que lindo teu poema, nostálgico e sereno, recheado de belas imagens que você desenhou.
ResponderExcluirÉ pura poesia.
Adorei!
Bjs, marli
Uma linda poesia neste olhar para um recanto onde historias povoam a rua, as pedras tecem uma colcha de retalhos, que iluminada mostra uma fusão de cores vindas da luz de um solitário lampião.
ResponderExcluirUma clara sensibilidade para se encantar com o simples e belo.
Aplausos Calu.
Um abração