Arte de Janet Hill
Nesse cheiro de mato, nos confins de um destino, é o molhar do orvalho quem vê meus passos.
Manhã de serração me cobrindo, apressa um sol por nascer:
é minha vida me chamando pra viver.
Não tão só, me arrumo ao espelhar do olhar da criação: é minha saudação,meu café.
Em minha volta, nem monumento, nem luxo.
Sou de alvorada e crepúsculo. Tenho quase nada,mas possuo quase tudo!
Patty Vicensotti
