Ontem precisei ir ao centro da cidade, apesar dos 40¨ que fazem por aqui.Assim que resolvi meu interesse, fui pro shopping atrás de um pouco de frescor e distração e qual não foi minha grata surpresa ao encontrar esta feirinha de livros no piso central.Não era de grandes proporções, mas teve uns títulos interessantes e até alguns clássicos.Os infantis eram maioria.Comprei dois pro meu neto, Miguel, que agora está mais interessado em histórias mais extensas e eu não vou perder este momento, né?
Aproveitei também, pra mandar revelar as fotos da festinha de Valentina.Sim, porque sou romântica- saudosista e curto fotos em álbuns, sequenciadas com referências e tudo mais.Tenho até um baú onde os guardo e alguns painéis de fotos pela casa, que fazem contrariedade às minhas filhas(rs).Tô até pensando em fazer uns scrapsbooks pras datas dos netinhos.
Dado o tempo necessário pra revelação, fui pegá-las na tal loja.Chegando no caixa, eu e mais outra cliente esperávamos pacientemente a atenção das duas moças encarregadas que estavam num papo pessoal interminável, ignorando-nos solenemente.Com um sorriso amarelo perguntei quem iria me atender, e elas, com visível má vontade efetuaram o pagamento.
Esta situação está cada vez mais comum no comércio em geral.De outra vez, aconteceu numa papelaria grande aqui perto.Uma senhora procurava certo produto e pediu ajuda da atendente do setor que lhe respondeu" que o produto estava naquele setor sim, bastava que ela ( a cliente), procurasse".
Impressiona, em certos casos, a completa falta de postura dos trabalhadores do comércio.Destreinados para o trato e o atendimento ao público que são o objetivo maior da função.Já entrei e sai imediatamente de lojas nas quais percebi o descaso no atendimento,como se eu estivesse incomodando os funcionários. Isto sem falar na falta de polidez entre eles próprios ao conversarem assuntos pessoais em alto e bom som e com expressões de baixo calão no ambiente de trabalho.Em supermercados isto é bastante comum, infelizmente.Por muitas vezes, procurei o gerente e apontei o acontecido sem indicar ninguém, mas ele sabe, só se finge de morto pra não se aborrecer.Pra todo lado isto está cada vez mais crescente.Nos bancos então, chega a ser calamitoso ver-se as pessoas quase pedindo socorro pra serem atendidas em seus direitos de uso na instituição.
Me considero uma cidadã polida, mas quando presencio ou sou alvo de situações assim, faço exercer os meus direitos porque sou cumpridora dos meus deveres;haja visto a conta dágua sempre paga.
-------------------
Imagens: minhas



