Manoel de Barros
Apesar de sermos sufocados pela enxurrada de fatos lamentáveis pra todo lado, ainda assim conseguimos abrir a janela e recebermos um sopro de ar puro, um facho solar luminoso a nos motivar para o otimismo e para a fé que cultivamos nas pessoas.Ontem vivi essa constatação ao ser acudida por um distinto desconhecido ao me ver sendo abordada por um morador de rua de maus modos que insistia em seu pedido aos berros pela faixa comercial da rua.Dei-lhe os trocados que tinha, mas ele não se dava por satisfeito.Disse-lhe que se encaminhasse para a secretaria de serviço social da cidade, mas ele não me dava ouvidos.Foi aí, que este senhor distinto se interpôs entre eu e o dito morador pedindo-lhe que seguisse meu conselho e tomasse o rumo indicado.Agradeci muitíssimo a gentileza espontânea e segui meu caminho tomada pela boa sensação de que vale a pena acreditar no outro e no que de melhor existe.
Tenho visto em diferentes sites pela web muitos registros de gentilezas espontâneas que fazem a enorme diferença entre um dia triste e um dia alegre.Cada vez mais cresce o desejo de mostrar-se o lado positivo que há no mundo; é quase uma urgência que se coloca diante de tantas tristezas e descalabros acontecidos.Faz-nos bem saber do bem feito.Isso ressalta em nós a validade de nossa fé no humano, de nossa busca por uma prática solidária, por uma vida irmanada no bem e no bom.
Mais um exemplo é dado pela produtora cultural e artesã gaúcha Nonô Joris, que tem dedicado uma parte de seu tempo para alegrar e deixar mais cheiroso o dia das pessoas que passam por sua porta na capital sulista, onde encontram gratuitamente enfileiradas no muro mudinhas de manjericão plantadas em caixinhas reutilizadas.Simples, fácil e carinhosa gentileza que dão sorrisos aos rostos e calor aos corações.
A simpática prática incentivada por algumas cafeterias da cidade em deixar-se um cafezinho pago para o próximo cliente, beneficamente se espalha e ganha outras modalidades, como: deixar-se moedas presas na máquina de refrigerantes, uma flor de uma banca-floricultura...Nesta semana, um cidadão exemplar achou na rua um boleto de conta juntamente com o dinheiro referente.Percebendo o que havia acontecido ao dono(a) do achado, dirigiu-se a casa lotérica e pagou o documento.
Nas diversas maneiras de espalhar-se gentilezas encontramos uma espiral crescente de boas novas pelos mundos: real e virtual.Por aqui, estamos às vésperas do bookcrossing blogueiro e, além disso há uma intensa e benéfica movimentação de gentilezas e carinhos que nos abrilhantam os dias.
Destaque vc também, as gentilezas que recebe e as afixe no painel de teus dias mais luminosos.
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Imagem: catracalivre
nonô joris. com.br/arte e produção
Mais um exemplo é dado pela produtora cultural e artesã gaúcha Nonô Joris, que tem dedicado uma parte de seu tempo para alegrar e deixar mais cheiroso o dia das pessoas que passam por sua porta na capital sulista, onde encontram gratuitamente enfileiradas no muro mudinhas de manjericão plantadas em caixinhas reutilizadas.Simples, fácil e carinhosa gentileza que dão sorrisos aos rostos e calor aos corações.
A simpática prática incentivada por algumas cafeterias da cidade em deixar-se um cafezinho pago para o próximo cliente, beneficamente se espalha e ganha outras modalidades, como: deixar-se moedas presas na máquina de refrigerantes, uma flor de uma banca-floricultura...Nesta semana, um cidadão exemplar achou na rua um boleto de conta juntamente com o dinheiro referente.Percebendo o que havia acontecido ao dono(a) do achado, dirigiu-se a casa lotérica e pagou o documento.
Nas diversas maneiras de espalhar-se gentilezas encontramos uma espiral crescente de boas novas pelos mundos: real e virtual.Por aqui, estamos às vésperas do bookcrossing blogueiro e, além disso há uma intensa e benéfica movimentação de gentilezas e carinhos que nos abrilhantam os dias.
Destaque vc também, as gentilezas que recebe e as afixe no painel de teus dias mais luminosos.
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Imagem: catracalivre
nonô joris. com.br/arte e produção




