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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Pediram-me uma Palavra...



paz, foi a primeira a me ocorrer.

o mundo anda tão guerra, tão pouco irmão,

tão diver_gente...



então, lembrei-me de amor.

que fazer sem ele?

que vazia, a alma.

que inútil, o coração...



ah..mas e a alegria?

tenho visto tanta tristeza,

tanta dor!

que vale a vida sem alegria?



ocorreu-me ainda a beleza,

mas lembrei-me a tempo que para vê-la,

é preciso carregar o amor nos olhos!



daí lembrei-me da bondade!

e novamente lá estava ele, o amor,

sem o qual, não há como ser bom.



outras palavras desfilaram por mim:

justiça, liberdade, solidariedade...



foi quando percebi,

que tudo começa e termina

na fé.



o que quer que acreditemos, será possível!

assim, esta é minha palavra mágica:

fé!


na vida, para que haja futuro

no amor, para que brote a beleza

na paz, para que reine a alegria

na justiça, para que se espalhe a liberdade.

fé em si mesmo, para transformar o que se vê,

fé no invisivel para transformar a si mesmo.



é esta varinha de condão, pessoal, intransferível, que desejo que cada um de vocês possa encontrar, seja através de Jesus, Jeová, Moisés, Alá, Maomé, Yemanja, O Sol, a Lua, Fadas ou duendes...

a fonte, é apenas um local onde saciar a sede.

Aila Magalhães