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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Fuga da Turbulência







" Os troncos das árvores doem-me como se fossem os meus ombros
Doem-me as ondas do mar como gargantas de cristal
Dói-me o luar como um pano branco que se rasga.
( Sophia de Melo Andresen)  






A simbologia mora
em cada volteio, cada nó;
Textura grosseira, penteia
as cascas, une os poros
e cria altura.
Fortaleza magna de beleza.
Monumento e abrigo.





Puxam nosso olhar os ramos mais altos apontando o fundo de tela em azul intenso. Um quadro naturalmente belo, naturalmente expressivo; existência sublime.No silêncio do dia, coisa rara, as cores falam, as tramas desenham, as flores arrebatam salpicando emoções  ao espírito imerso na turbulência das horas.
Não, à tôa, sabe-se das recomendações importantes para a saúde da mente e do espírito:
passeie entre a natureza. Perca-se no barulho das ondas. Encontre-se nas cores das flores.Descanse na sombra do arvoredo benfeitor.

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Passeios lindos também podemos fazer em muitos blogs.Destaco aqui o da querida Chica, fincandoraízes.blogspot.com.