Quando parecia que o um sol tímido se insinuava entre nuvens esparsas, eis que redemoinhos celestes trouxeram cúmulos de nuvens pesadas. E caiu uma chuva densa.Cortina de água lacrimosa e constante tomando a manhã de surpresa.Desprevenidas, as pessoas corriam à procura de uma abrigo possível. As calçadas molhadas escorriam poças, filetes caudalosos a complicar o passeio.
O dia acinzentou-se. Era de prever-se que assim seria todo ele, mas qual o quê, após duas voltas do ponteiro do relógio( daqueles antigos) um vento suave soprou, as nuvens foram desfilando céleres no firmamento e nesgas de azul novinho se fizeram raiar.
Dia novo, céu límpido, ares frescos, ânimos renovados.
A tormenta sempre passa e o dia claro é constância de fé.
Canção( Cecília Meireles- trecho)
ASSIM MORO em meu sonho:
como um peixe no mar.
O que sou é o que vejo.
Vejo e sou meu olhar.
Água é o meu próprio corpo,
simplesmente mais denso.
E meu corpo é minha alma,
e o que sinto é o que penso...
como um peixe no mar.
O que sou é o que vejo.
Vejo e sou meu olhar.
Água é o meu próprio corpo,
simplesmente mais denso.
E meu corpo é minha alma,
e o que sinto é o que penso...
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