Mostrando postagens com marcador crônica expressa duma manhã de chuva - o sol sempre volta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crônica expressa duma manhã de chuva - o sol sempre volta. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Azul inaugural - depois da chuva









Quando parecia que o um sol tímido se insinuava entre nuvens esparsas, eis que redemoinhos celestes trouxeram cúmulos de nuvens pesadas. E caiu uma chuva densa.Cortina de água lacrimosa e  constante tomando a manhã de surpresa.Desprevenidas, as pessoas corriam à procura de uma abrigo possível. As calçadas molhadas escorriam poças, filetes caudalosos a complicar o passeio.

O dia acinzentou-se. Era de prever-se que assim seria todo ele, mas qual o quê, após duas voltas do ponteiro do relógio( daqueles antigos) um vento suave soprou, as nuvens foram desfilando céleres no firmamento e nesgas de azul novinho se fizeram raiar.

Dia novo, céu límpido, ares frescos, ânimos renovados.
A tormenta sempre passa e o dia claro é constância de fé.






Canção( Cecília Meireles- trecho)


ASSIM MORO em meu sonho:
como um peixe no mar.
O que sou é o que vejo.
Vejo e sou meu olhar.

Água é o meu próprio corpo,
simplesmente mais denso.
E meu corpo é minha alma,
e o que sinto é o que penso...



¨¨**¨¨**¨¨