" Tô presa meu bem, tô presa
Tô presa por um condão
Me solta, meu bem ,
Me solta, me solta o coração"
"Fui à Espanha,
Buscar o meu chapéu,
Azul e branco
da cor daquele céu..."
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" Assim são as imagens poéticas: elas têm o poder de ir lá no fundo da alma onde moram os esquecimentos.E, quando um desses esquecimentos acorda, a gente sente um estremeção no corpo. È isso que faz a poesia. Ela cata pedaços perdidos de nós.
Pois isso está acontecendo comigo agora.Estou sendo visitado por uma imagem emissária do meu passado.Ela me aparece,e eu me comovo.Se me comovo,é porque eu me pareço com ela(...)"
Rubem Alves
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Quanta poesia havia em nossas delicadas cantigas de roda, que entoávamos em meio às ingênuas brincadeiras de infância. Histórias herdadas da oralidade folclórica criativa de muitos povos. Melodiosas imagens que enfeitavam nosso universo infantil.
Ao ver o trabalho dessa artista plástica, Amanda Cass, voltei a esse tempo das rodas no recreio do colégio. Fantasia, ternura, pureza, amor e delicadeza são características de sua obra a qual pretendo conhecer mais e melhor, pois como poesia ilustrada;"...ela cata pedaços perdidos de nós."



